Logo após toda aquela chuva...
...estive observando poças
e nelas teu rosto sempre me olhava
hora rindo, hora chorando
hora gargalhando, hora nem prestando a atenção
sem entender metade de tudo aquilo
estava viciado em te admirar em todas tuas faces
talvez lembranças confusas
ou ilusões criadas
por uma mente perplexada
recriando fantasias
redescobrindo teu brilho
mas no outro lado
era eu
eu que ao mesmo tempo que pensava na vida
aspirava a tua vida
eu que nao entendia o tempo curador
e que me via mais sem saídas
e com um numero maior de dúvidas
a cada batida do coração
tuas faces que me desafiavam
e eu que me escondia
tuas palavras que me calavam
e nenhuma delas que me entusiasmavam
sem nada para fazer
perdi a eternidade a te observar
enquanto as poças ainda sobreviviam
ao calor seco de um mundo sem amor...
e nelas teu rosto sempre me olhava
hora rindo, hora chorando
hora gargalhando, hora nem prestando a atenção
sem entender metade de tudo aquilo
estava viciado em te admirar em todas tuas faces
talvez lembranças confusas
ou ilusões criadas
por uma mente perplexada
recriando fantasias
redescobrindo teu brilho
mas no outro lado
era eu
eu que ao mesmo tempo que pensava na vida
aspirava a tua vida
eu que nao entendia o tempo curador
e que me via mais sem saídas
e com um numero maior de dúvidas
a cada batida do coração
tuas faces que me desafiavam
e eu que me escondia
tuas palavras que me calavam
e nenhuma delas que me entusiasmavam
sem nada para fazer
perdi a eternidade a te observar
enquanto as poças ainda sobreviviam
ao calor seco de um mundo sem amor...
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