Silêncio...
...agora quem vai agonizar sou eu
de todos os amores
você foi o que sobreviveu
não sei da onde vem tanta força
para além do infinito
continuar com essa compenetração
em tua vida
em teu caminho
vago sem destino
vago pelo simples fato
de poder cruzar em esquinas simples
com tua pessoa
e poder admirar assim
de longe teu semblante
por favor deixe que termine
deixe que termine de expor essa dor
que me faz acordar nas madrugadas
que me faz vagar sonambulo
atrás de respostas
para perguntas inconcretas
tentei fugir
tentei desviar
mas o sentimento me prende aqui
a tua respiração
a imagem de ver teu peito
claro e limpo
subir e descer em inspirações
de vida
não deixem que te toquem
não faça o que lhe mandam
responda simplesmente a pergunta
você alguma vez já me amou
da mesma maneira que eu a amo?
sintas o vento em tua mão
a caminho dentre os dedos
e reflita sobre a possibilidade
de alguém querer ser este sopro de esperança
que decorre plainando entre o vento
diga-me teus segredos mais profundos
diga-me que tua vida seguirá em frente
e persistirá entre os tolos
ninguém nos falou que seria desse jeito
só falaram que não iria durar pra sempre
pois nisto discordo
porque ainda dura
perdura
e queima como uma queimadura
uma ferida aberta
dor continua
sofrida
volta...
de todos os amores
você foi o que sobreviveu
não sei da onde vem tanta força
para além do infinito
continuar com essa compenetração
em tua vida
em teu caminho
vago sem destino
vago pelo simples fato
de poder cruzar em esquinas simples
com tua pessoa
e poder admirar assim
de longe teu semblante
por favor deixe que termine
deixe que termine de expor essa dor
que me faz acordar nas madrugadas
que me faz vagar sonambulo
atrás de respostas
para perguntas inconcretas
tentei fugir
tentei desviar
mas o sentimento me prende aqui
a tua respiração
a imagem de ver teu peito
claro e limpo
subir e descer em inspirações
de vida
não deixem que te toquem
não faça o que lhe mandam
responda simplesmente a pergunta
você alguma vez já me amou
da mesma maneira que eu a amo?
sintas o vento em tua mão
a caminho dentre os dedos
e reflita sobre a possibilidade
de alguém querer ser este sopro de esperança
que decorre plainando entre o vento
diga-me teus segredos mais profundos
diga-me que tua vida seguirá em frente
e persistirá entre os tolos
ninguém nos falou que seria desse jeito
só falaram que não iria durar pra sempre
pois nisto discordo
porque ainda dura
perdura
e queima como uma queimadura
uma ferida aberta
dor continua
sofrida
volta...
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